No Presídio Feminino de Bataguassu (EPFB), reeducandas confeccionam a partir da fibra de bananeira, chapéus, bolsas, cintos, chaveiros, caixas de presente, porta-joias, entre outros utensílios.
As peças são montadas utilizando técnicas de trançados e cestaria. Mas para o trabalho, as internas precisam também preparar a fibra da bananeira para o artesanato, processo que envolve desde a separação, lavagem e secagem até o armazenamento das fibras. As artesãs também precisam conhecer as características e corte do tronco da bananeira.
Durante o curso, que teve carga horária de 80 horas/aula, as internas também foram orientadas quanto às medidas de segurança no trabalho, preservação do meio ambiente, novas exigências profissionais e mercado de trabalho.
Fernanda Mara/ Com informações do Governo
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Foto: Divulgação Agepen