Até o dia 23 de junho, a Prefeitura de Campo Grande reencaminha ao Ministério da Justiça o projeto para implantação do viodemonitoramento na Capital. A primeira versão da proposta, apresentada há dois anos, foi devolvida pelo Ministério que solicitou uma série de ajustes para a cidade se habilitar aos recursos do Fundo Nacional de Sistema de Segurança Pública, que financia este tipo de ação preventiva contra à criminalidade.
A proposta que está na fase final de elaboração pelo Instituto Municipal de Tecnologia da Informação (IMTI) e a Guarda Municipal, prevê o videomoritamento do quadrilátero central que concentra os estabelecimentos comerciais de maior movimento e os bancos, além de trechos das avenidas Eduardo Zahran e Coronel Antonino, onde também há várias agências bancárias. São regiões da cidade onde há alta incidência de furtos e roubos.
Segundo o coronel Luiz Altino, o comandante da Guarda Municipal, a prefeitura já cumpriu as exigências previstas no edital do Ministério da Justiça para habilitar Campo Grande a receber até R$ 10 milhões para a implantação do sistema de videomonitoramento.
Entre os requisitos já cumpridos estão a implantação de um Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), que atua como um fórum de discussão sobre segurança pública da Capital com reuniões mensais; a implantação da Guarda Municipal com corregedoria e ouvidoria instituída, local para instalação da central de videomonitoramento; criação de um Conselho Comunitário de Segurança e um projeto para prevenção de violência escolar entre outros.
Mariana Anjos / Com Informações CG Notícias
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