Uma banqueta detectora de metais agora está sendo utilizada na revista de pessoas que entram no Estabelecimento Penal “Jair Ferreira de Carvalho”, Penitenciária de Segurança Máxima da Capital para visita. O equipamento tem formato de um banco, com mecanismos sensíveis à presença de metal. Com isso, é capaz de identificar, por exemplo, no momento em que a pessoa senta, se ela tem algum aparelho celular introduzido no corpo, tática recorrente e de difícil identificação entre visitantes, na tentativa de burlar a segurança na unidade penal.
Somente no último fim de semana, primeiro em que o equipamento foi utilizado na revista corporal, foram encontrados quatro aparelhos celulares, dois cabos USB e fones de ouvido. Apesar de não ser o foco do detector, também foram encontradas porções de drogas, somando um total de 1,164 quilos, entre maconha e cocaína.
Além da banqueta detectora da Máxima da Capital, a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) adquiriu outros três equipamentos que estão sendo instalados em outras unidades penais do Estado. E também está em fase de licitação na Central de Compras do Governo a aquisição de 50 banquetas detectoras, com as quais será possível equipar todos os estabelecimentos penais gerenciados pela agência penitenciária.
Paralelo a isso a instituição também está buscando o bloqueio o sinal de celular no Complexo Penitenciário da Capital. Para isso, uma empresa especializada está realizando estudos no sentido de apontar qual o aparelho bloqueador realmente eficaz para cortar o sinal no âmbito do complexo
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