Esta semana, mais precisamente na sexta-feira, 21 de dezembro, acontece (ou pelo menos esperamos que não) a profecia maia. Segundo o calendário maia, este dia marca o fim de um ciclo.
Não há nenhum evento astronômico significativo relacionado à data de início do calendário de contagem longa. Porém, segundo a literatura da Nova Era, a data final do calendário está ligada a fenômenos astronômicos de uma grande importância para a astrologia. O principal desses eventos é o conceito de "alinhamento planetário".
Na semana passada, a NASA publicou um video com antecedência sobre o fim do mundo. Durante um pouco mais de quatro minutos, a NASA narra como se fosse dia 22 de dezembro e explica por quais motivos o mundo não acabou em 21 de dezembro.
Ele justifica os motivos pelos quais as supostas previsões maias de que a humanidade se extinguiria são falsas. Chamado de "Por que o mundo não acabou ontem", o vídeo parte da premissa de que, se o internauta vê o vídeo dia 22 de dezembro, significa que o planeta não foi destruído.
Andréa Pache é terapeuta de técnicas integrativas e fotógrafa. Andréa trabalha com técnicas de civilizações antigas e conta sobre o seu trabalho, como conhece um pouco de Astrologia ela também deixou sua opinião sobre o dia 21 de dezembro em entrevista ao MS Repórter.
A terapeuta relata o xamanismo como uma forma de reconectar o ser humano com ele mesmo trazendo equilibro. “Durante o tempo a mente foi muito valorizada e se esqueceu da emoção das pessoas, do coração, e essas técnicas fazem com que você se reconecte de novo com o coração” explica Andréa.
Sobre o dia 21 de dezembro, profecia maia convertida pelos ocidentais como o fim do mundo ela tem uma opinião voltada aos trabalhos que desenvolve e respeita quem acredita na teoria. “Na verdade eu acredito na natureza, porque a natureza te ensina muito” diz Andréa Pache. “Na ciência, que agente não pode deixar de lado, a terra tem um vida útil muito grande para astronomia, se você pegar esse estudo a terra tem bilhões de anos para continuar existindo, ag ente também não pode ir contra a lei da natureza” complementa.
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