Em visita a Campo Grande no mês de maio, para uma palestra direcionada a jornalistas e estudantes da área, o jornalista e apresentador do CQC, Marcelo Tas falou sobre a importância e do papel desse profissional na educação do trânsito. Na ocasião ele deixou claro para os participantes que a imprensa tem papel fundamental para ajudar n diminuição desse trágico número muito expressivo de vítimas do trânsito.
Segundo ele a imprensa deve olhar e mostrar esse problema para o púbico de uma maneira diferente. “A principal dificuldade que eu vejo na mídia, no jornalismo, é olhar pra esse assunto, que é trágico, de um jeito novo, não é repetir a matéria d o ano passado falando em número de vítimas, é entender que isso é um drama humano e saber quem são essas pessoas, quem são os filhos, os pais, as tias, os avôs, etc.”, enfatizou Tas.
Ele ainda destacou que não é contra a bebida ou a balada, contra quem dirige e pega um carro par dirigir depois. “Tem muita gente que não sabe que tem uma arma na mão quando está dirigindo. O automóvel são toneladas de aço ali que às vezes ele joga em cima de uma pessoa. Muitas vezes são acidentes que a gente sabe que não tem como evitar ou que são acidentes por conta do acaso, mas na maioria das vezes são acidentes que a gente pode evitar sim, disse o apresentador.
Questionado sobre a pena de quem dirige embriagado, ele se mostrou indignado. “A punição pra quem dirige embriagado pra mim, tem que ser a mesma punição pra quem comete um crime, por que quando você dirige embriagado, você tem consciência de que está muito próximo de um homicídio e isso no Brasil foi tratado até a pouco tempo de uma maneira muito frugal, muito tranquila. As pessoas têm uma sensação de impunidade”, alertou o jornalista.
Clique aqui e confira a entrevista completa, com o jornalista e apresentador Marcelo Tas.
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Foto: Mariana Rodrigues