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Homem desiste de se jogar de viaduto

3 outubro 2013 - 03h29 Por Louíse Lins

 Depois de três horas de negociação, o pedreiro W.B., de 26 anos, pôs fim a sua tentativa de suicídio. Ele ameaçava se jogar do viaduto na Avenida Salgado Filho com a Avenida Ernesto Geisel foi convencido depois de horas a desistir do suicídio.

A tentativa de suicídio fez com que a Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran) interditasse a Avenida Salgado Filho e a Avenida Ernesto Geisel nos dois sentidos. Causando um congestionamento de até 15 km.

A mulher de W.B deixou a casa onde moravam com o filho e a irmã do pedreiro.

Entenda o Caso

Um pedreiro, identificado como W.B., que estava separado da sua mulher há uma semana, passou a maior parte da tarde desta quarta-feira sobre a lateral do viaduto da Avenida Salgado Filho, sobre a Avenida Ernesto Geisel, ameaçando se jogar e acabou provocando um grande congestionamento de veículos na região, além de mobilizar equipes do Corpo de Bombeiro, Batalhão de Choque e Batalhão de Operações Especiais (Bope).

W.B., que vinha trabalhando em uma empreiteira da cidade, foi notado por populares por volta das 15h desta terça-feira no ponto mais alto do viaduto da Avenida Salgado Filho, sobre o lado de fora das grades, ameaçando se suicidar, atirando-se no leito do rio Anhanduí, uma altura de 30 metros.

Segundo familiares, ele saiu de casa há uma semana, depois que sua companheira teria pedido a separação e, como não aceitava a decisão da mulher, o pedreiro passou a sofrer problemas de depressão e ontem resolveu que poderia pular do viaduto, subindo na grade, onde permaneceu até o início da noite.

Policiais do Bope e Batalhão de Choque e um oficial dos Bombeiros tentaram convencer o pedreiro a desistir da decisão de pular e procuravam impedir que Wesley se atirasse.

O vizinho do pedreiro, com problemas ortopédicos e usando muletas, conversou por cerca de 40 minutos com o pedreiro, mas não conseguiu convencê-lo a desistir. O primo do pedreiro também se aproximou e dialogou com Wesley, sem sucesso.

 

No final da tarde, depois de duas horas e meia de tentativas, um filho do pedreiro, de oito anos de idade, foi levado pelo vizinho até as imediações onde Wesley se agarrava às grades, já demonstrando cansaço e implorou para que o pai não praticasse o ato suicida.

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