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Opinião de internautas ainda é dividida em relação à proibição do “rolezinho”

26 janeiro 2014 - 04h00 Por Mariana Rodrigues

 Um tema que tem sido abordado em todo o país é o “rolezinho”, que ganhou fama em 2013. O evento é marcado pelo Facebook e já teve registro de vandalismo e furtos em São Paulo, fato que causou grande polêmica entre quem é contra e quem é a favor do movimento.

O ‘rolezinho’ nada mais é do que um encontro de jovens das periferias que usam as redes sociais para marcar o encontro em shoppings. Mas como nem todos são a favor, vários estabelecimentos de compras já fecharam ás postas por medo dos tais encontros.

Em Brasília, por exemplo, um Shopping de luxo fechou às portas nesse sábado (25) após saber que haveria o encontro no local. Outros shoppings conseguiram liminar para evitar que o movimento acontecesse sob pena de multa.

Em Campo Grande não foi diferente, o ‘rolezinho no Shopping Campo Grande’, página criada no Facebook, foi marcado e teve a confirmação de centenas de jovens da Capital, porém na última quinta-feira (23), o Shopping Campo Grande obteve uma liminar que proíbe o ‘rolezinho’. A decisão foi concedida pelo juiz José Rubens Senefonte, da 4ª Vara Cível.

De acordo com o juiz, “o direito à livre manifestação, ou mesmo de reunião, no caso do 'rolezinho', deve ceder espaço para a preservação da segurança, ordem e paz públicas, aliadas ao direito de ir e vir e dos valores sociais do trabalho”.

Em caso de descumprimento da decisão, o juiz estabelece multa diária de R$ 1 mil. A página do Facebook que tinha mais de mil pessoas que haviam confirmado presença foi excluída.

O MS Repórter perguntou aos seus leitores se eles concordam com a proibição dos tais “rolezinhos” nos shoppings, e as respostas “sim” e “não”, receberam 50% dos votos cada uma, ou seja, os internautas ainda estão confusos sobre o encontro realizado pelos jovens.

A favor da proibição do ‘rolezinho’, Marina Costa, 25 anos, diz que “esses jovens precisam é trabalhar ao invés de fazer baderna e gastar o dinheiro dos pais”, disse. “Lavar uma louça e limpar uma casa ninguém quer”, completou. 

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