Durante audiência pública realizada, na tarde desta segunda-feira (2) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Marcos Cristaldo apresentou um balanço sobre as ações que vem sendo desenvolvidas com o propósito de dar destinação correta dos resíduos sólidos produzidos em Campo Grande.
No plenário principal, catadores, representantes de organizações, do Ministério Público reunidos para discutir, também as condições de trabalhos dos dois mil catadores de lixo na Capital. Uma das questões tratadas durante a audiência foi o Termo de Ajustamento de Conduta assinado em 2010 pela prefeitura.
Ao assinar o TAC, a gestão de Trad Filho assumiu o compromisso de executar projetos para a implantação de coleta seletiva de lixo, conclusão do aterro sanitário, construção de uma usina de processamento de lixo, instalação do incinerador de resíduos sólidos hospitalares, desativação do “lixão”, recuperação da área degradada e assentamento social das famílias de catadores de lixo, até dezembro de 2011.
Diagnóstico feito pela Semadur aponta que diariamente são dispensadas 700 toneladas de lixo domiciliar, 10 toneladas de materiais do serviço de saúde e 1,4 mil toneladas de lixo decorrentes da construção civil. Os resíduos sólidos domiciliares urbanos gerados no município de Campo Grande não recebem nenhum tipo de tratamento antes de serem encaminhados ao local de disposição final.
A implantação da coleta seletiva foi feita há um ano e hoje atende 32 mil domicílios em 120 bairros e novas etapas estão previstas. Para estimular a coleta, outras iniciativas foram criadas, como a criação de 64 pontos de Locais de Entregas Voluntárias que recebem lâmpadas, pilhas, baterias, e também um projeto especial para a destinação de óleos comestíveis.
Iniciativas que estão previstas desde a assinatura do TAC, em 2010. O secretário de Meio Ambiente lembrou que as metas foram criadas para os próximos 20 anos, mas que a cada dois anos poderão ser feitas revisões no projeto.
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