Após o policial militar Rony Mayckon Varoni de Moura Silva, 28 anos, ter sido assassinado na tarde de ontem (3), no Indubrasil, zona Rural de Campo Grande, as policias civil e militar se uniram nas buscas para encontrar os possíveis autores do crime. Rony e mais um policial identificado como Josimar estavam fazendo o transporte de um malote de uma empresa de refrigerantes.
Viaturas policiais e até um helicóptero ajudaram nas buscas pelo autor do disparo que vitimou o policial, várias pessoas foram detidas, entre elas três adolescentes que foram ouvidos e liberados em seguida. Segundo o delegado titular da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), Fabiano Nagata, responsável pelas investigações, “todos os suspeitos que foram detidos foram ouvidos e liberados, pois não foi comprovado envolvimento com o crime. Os adolescentes estavam com uma moto produto de furto, mas não tinham envolvimento com o crime”.
Rony e o outro policial que estava com ele no veículo Saveiro branca com placas HSG 4208 estavam transportando um malote com uma quantia em dinheiro. De acordo com o delegado, o malote não foi encontrado pela Derf.
Ainda segundo o delegado, a testemunha do caso, o policial que acompanhava Rony que não foi atingido pelos disparos, confirmou a existência do malote. “Ele informou que estavam fazendo o transporte do dinheiro para uma empresa, ele disse também que no momento em que Rony foi atingido pelos disparos ele saiu do veículo com o malote para tentar salvar o mesmo”.
Nagata disse ao MS Repórter que realmente tem informações sobre o transporte do malote pelos dois policiais, no entanto não pode afirmar nada ainda, pois o dinheiro não foi apreendido.
Os responsáveis pela empresa que suspostamente os policiais estariam prestando serviços serão ouvidos. “Nós iremos ouví-los até para saber a origem do dinheiro e qual seria o destino final”.
Até o momento não há ninguém preso.