Uma audiência pública foi marcada para esta quinta-feira (6) para discutir sobre o caso das construtoras de Campo Grande. Técnicos foram indicados e começaram a analisar os documentos, que estão sendo entregues pelas empreiteiras a pedido da comissão. O prazo para as construtoras fornecerem as informações é de cinco dias.
“Estamos no período de trabalho interno, mas vamos ter reuniões todas às quartas-feiras”, disse o presidente e propositor da CPI, deputado Maurício Picarelli (PMDB).
O deputado esclarece ainda que a comissão não teve baixas, apenas substituição de integrante. Na semana passada, a bancada do PT trocou o deputado Paulo Duarte por Cabo Almi na comissão.
Os outros titulares da CPI são Antônio Carlos Arroyo (PR), vice-presidente; Onevan de Matos (PSDB), relator; e Junior Mochi (PMDB), membro.
A CPI investiga o esquema de construtoras para fugir das obrigações trabalhistas. Ela surgiu de denúncias de trabalhadores que foram contratados e demitidos poucos dias depois.
Ela tem prazo de funcionamento de 120 dias, prorrogável por mais 60. A comissão possui poderes de investigação semelhantes aos das autoridades judiciais e pode intimar pessoas, além de exigir documentos e requisitar informações.
Karla Lyara/Com informações do Portal ALMS
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