A Câmara Municipal de Campo Grande divulgou, nesta quarta-feira (19), nota informando que a alimentação dos vereadores será revista pela Casa, depois que o site de notícias Midiamax publicou matéria questionando o valor do contrato com uma padaria. O presidente Mario Cesar, que assina o documento, explica que “não se trata de café da manhã, mas sim uma alimentação por conta da duração das sessões ordinárias e em decorrência de outros trabalhos legislativos, como audiências públicas, oitivas, sessões comunitárias, sessões itinerantes, reuniões de comissões permanentes e Comissões Parlamentares de Inquérito e outras atividades parlamentares”.
“Quero dizer que a Câmara não trabalha apenas terça, quarta e quinta-feira pela manhã no horário das sessões, mas sim de segunda à sexta, durante todo o dia. As sessões ordinárias, por exemplo, estão sendo prorrogadas e estão ultrapassando com frequência o horário, terminando por volta das 14 horas”, esclareceu Mario Cesar.
Com relação ao valor do contrato, o presidente da Casa de Leis disse que o valor é estimado e não fixo, sendo gasto de acordo com a necessidade em cada mês. “Se pegarmos, por exemplo, o valor gasto no último mês e dividirmos pelo número de dias de trabalho e pelo número de vereadores, o valor que se chega por parlamentar é de 10 reais em média no dia todo”.
Por fim o parlamentar presidente destaca o fato de que o contrato de alimentação não é uma iniciativa dessa administração, mas uma prática antiga de outras legislaturas. Contudo, a Câmara vai rever essa alimentação com ações administrativas. “Já adiantando, a primeira delas será a criação de uma comissão para revisão do Regimento Interno, em função dessa nova realidade das sessões com os 29 vereadores”, antecipou.
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