O governador André Puccinelli não conseguiu escapar do turbilhão de perguntas sobre as eleições do próximo ano, inclusive sobre as alianças entre PT e PMDB. Nesta manhã (2), o governador lançou a programação de comemoração do Dia do Servidor Público de MS, durante o encontro foi questionado sobre uma declaração do deputado Vander Loubet que dizia que o lançaria como ministro, em resposta, o governador disse que continuará sendo um servidor de Mato Grosso do Sul, sem cargo ou função.
Em entrevista ao MS Repórter, o vereador Zeca do PT disse que se PT e PSDB fizessem uma aliança lançando Reinaldo Azambuja como senador, a chapa seria imbatível, o governador rebateu a declaração do governador e disse que “as opiniões do Zeca têm sido pela população de MS no índice de rejeição que ele tem, no mínimo discutidas, portanto deixa o povo falar, eu vou trabalhar, a população quer que eu trabalhe e no ano que vem eu vou apoiar o meu candidato a governador”, rebateu Puccinelli.
Em relação a rejeição do Nelsinho ele comentou que “as pesquisas e a vontade popular é que dirão os resultados nós temos pesquisas recente que a rejeição do Nelsinho caiu 6 pontos percentuais num prazo de dois meses , então tem que escutar a pesquisa tem que escutar o povo”.
Sobre uma pressão do PMDB nacional para se fazer uma aliança com o PT, o governador disse não se sentir pressionado, e afirmou ainda que apoia a reeleição de Dilma. “Eu já falei e vou repetir, por gratidão por desempenho, pelo o que tem feito em MS e tenho certeza que continuará fazendo, como por exemplo, a determinação da inclusão da B-419, no PAC e nas ferrovias no PAC, eu pessoa física vou ficar com a Dilma”, disse.
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Foto: Mariana Rodrigues/Arquivo - MS Repórter