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Política

Vereadores questionam contas do secretário de saúde na Comissão Processante

20 novembro 2013 - 04h18 Por Louíse Lins/Assessoria

O secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca, disse aos vereadores da Comissão Processante, na inquirição da tarde de ontem, que a Prefeitura economizou ao suspender o contrato com a empresa Total, que recebia uma média de R$ 606 mil pela limpeza e higienização das unidades de saúde do município, para contratar, em caráter de emergência, a MegaServ, que recebeu em média de R$ 745 mil/mês.

O vereador Flávio Cézar, relator da comissão disse que não entendia essa matemática em que R$ 745 mil seriam menor que R$ 606 mil pagos anteriormente à administração do prefeito Alcídes Bernal. O secretário argumentou que os valores médios da Total seriam majorados a partir de janeiro deste ano.

Ivandro Fonseca não soube responder às acusações de que os serviços da MegaServ teriam sido bastante criticados devido à má qualidade da limpeza e higiene dos postos e unidades de saúde do município. Ele responsabilizou a administração passada pela falta de materiais diversos nessas unidades. “Até papel higiênico”, ressaltou o vereador Alceu Bueno.

O secretário não soube responder também à Comissão Processante, sobre quem teria determinada a contratação emergencial da empresa MegaServ. Sabe apenas que não teria sido o prefeito Alcídes Bernal.

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