Os vereadores de Campo Grande decidiram pelo arquivamento do processo que poderia cassar o mandato do vice-prefeito afastado, Gilmar Olarte. De acordo com o relatório final da Comissão Processante, houve ‘perda de objeto’, pelo fato de Olarte ter sido afastado do cargo em agosto, pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.
Dois meses após a instauração da Processante, presidida pelo vereador João Rocha (PSDB), o relatório foi apresentado à Casa e a Comissão de Legislação, Justiça e Redação final foi unânime ao votar pelo arquivamento.
Mesmo com a possibilidade de cassação afastada, a Comissão não descarta um novo processo caso Olarte seja reconduzido ao cargo de vice-prefeito de Campo Grande. “Caso o vice-prefeito afastado seja reconduzido ao cargo, a processante poderá ser reaberta”, declarou o vereador Flávio César, presidente da Câmara.
Instaurada em agosto, a Comissão Processante e a Casa tinham como função analisar as investigações a respeito da denúncia do Gaeco, de lavagem de dinheiro e corrupção passiva por parte de Olarte. Menos de duas semanas depois, Olarte seria afastado pelo Tribunal de Justiça e Bernal acabou reconduzido ao cargo, no dia 25 de agosto.
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