Nesta Quinta (7) durante a programação da Aprosoja/MS em Chapadão do Sul a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que já atuou como jornalista e foi eleita pela revista Veja em 2012 como a segunda parlamentar mais atuante do país, afirmou aos produtores Mato Grosso do Sul, que providências devem ser tomadas para o reconhecimento dos responsáveis pelo setor que mais movimenta a economia do país: “A soja e carne estão sempre no topo da economia brasileira, e é o agronegócio que movimenta MS. Os produtores devem se unir e buscar se informar, pois informação é poder”.
Ela explicou aos produtores rurais por meio da palestra “Brasil de hoje e as reformas de amanhã”, particularidades sobre a desconsideração do agronegócio por parte do Governo Federal. “O produtor não é reconhecido como deveria, os fatores climáticos causaram uma queda de 7% no agronegócio brasileiro, enquanto que nos Estados Unidos, o produtor não quer saber se fará sol ou chuva. Ele tem a garantia do subsídio, enquanto que o produtor brasileiro deve se arriscar e plantar, fazendo um investimento de risco. Espero que o governo do país, ao menos reconheça a relevância desse setor o quanto antes”, detalha a senadora.
“Chapadão do Sul é de extrema relevância para o agronegócio de MS, a versatilidade nas culturas do município mostra seu diferencial e o empreendedorismo dos produtores”, relata o presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul – Aprosoja/MS, Almir Dalpasquale, durante a 20ª exposição agropecuária da cidade, a Exposul.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul - Famasul, também estava presente no Circuito Aprosoja/MS, e citou no evento os pontos benéficos do código florestal ao Mato Grosso do Sul: “A contabilização das Áreas de Preservação Permanente e o texto que de refere ao Pantanal além de positivos para MS, atendem aos critérios de sustentabilidade e deixam claras as ações legais que produtor pode ou não colocar em prática”.
“A votação do código florestal foi um grande avanço e trouxe os produtores para a realidade”, opinou o assessor do senador Waldemir Moka, Nelson Fraga, após citar a medida 571 imposta pelo governo federal, e que oferece a oportunidade de organizar determinados artigos do código florestal em benefício do produtor rural e do meio ambiente.
Além da senadora Ana Amélia, do Rio Grande do Sul, discutiram também sobre a agricultura de MS e os reflexos do novo código florestal, o senador Moka, o prefeito de Chapadão do Sul, Jocelito Krug e o presidente do Sindicato Rural da cidade, Rudmar Borgelt.
Fernanda Mara/Fonte. Assessoria
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