Programa Fitossanitário da AMPASUL publicou mais um relatório semanal e com ele cópia do Programa de Ação para Controle da Helicoverpa Armigera em Mato Grosso do Sul.
A lagarta Helicoverpa armigera tornou-se um problema sério em diferentes culturas e regiões agrícolas do Brasil. Detectada nas lavouras em Mato Grosso do Sul, este inseto tornou-se um perigo ameaçador e já vem causando danos significativos e que justificam um controle distinto e eficiente.
Por esse motivo, a Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão, promoveu um encontro no dia 17 de julho de 2013 para realizar a Reunião de Emergência Técnica Para o Controle de Helicoverpa Armigera. Participaram do evento representantes da SEPROTUR, IAGRO, SFA/MS, EMBRAPA Agropecuária Oeste, UFGD, AMPASUL, FAMASUL, APROSOJA, Fundação Chapadão, Fundação MS, COPASUL, Prefeitura de São Gabriel Do Oeste e de empresas privadas de assistência técnica e pesquisa. O objetivo foi de discutir e propor medidas que auxiliem os produtores do Estado no combate desta temida praga.
Com o propósito de agir pro ativamente e minimizar os danos econômicos ao setor agrícola do Estado, foi elaborado um Plano de Ação de curto, médio e longo prazo, com medidas a serem adotadas nas áreas de “Manejo e Recomendações Técnicas”, “Pesquisa” e “Institucional/Governamental”.
As estratégias e táticas de “Manejo e Recomendações Técnicas” serão revistas anualmente, conforme decidido pelos presentes no Evento. O Plano de “Manejo e Recomendações Técnicas” para a Safra 2013/14, elaborado pelo Grupo de Trabalho da Helicoverpa armigera no Estado de Mato Grosso do Sul (GHMS).
O relatório semanal do Programa Fitossanitário publica ainda o estágio da colheita do algodão em Mato Grosso do Sul e anuncia o início do armadilhamento para monitoramento do bicudo, no sul do Estado, visando o plantio da próxima safra.
No norte e no nordeste de MS os produtores já colheram mais de 60% da área e conseguem boas produtividades, com destaque para Costa Rica, onde se consegue média de 300 arrobas por hectare.
Mais uma vez o relatório chama a atenção quanto à importância da destruição das soqueiras, entre outras medidas sanitárias para o controle do bicudo e outras pragas e doenças da cultura do algodão.
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