Foi enviado para a Polícia Federal, pelo Ministério da Saúde, números para embasar a investigação sobre uma campanha deliberada de boicote ao programa Mais Médicos. O levantamento mostra que, do dia 9 ao dia 12 de julho, quando foi lançado, cerca de mil profissionais por dia se inscreveram, pela internet, com registros falsos. Depois do anúncio de que a polícia entraria no caso, a média despencou para 280. No dia 11 de julho, o número de inscrições erradas bateu recorde: 1.900.
Nesse período, correntes em redes sociais incentivavam os médicos a se inscreverem em massa para desistirem logo depois, só para conturbar o programa. Entidades que representam os profissionais e que se opuseram ao Mais Médicos declararam que nada tinham a ver com o movimento.
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