Um ofício foi encaminhado no dia 4 de julho ao Secretário Municipal de Saúde, Ivandro Fonseca, sobre as unidades de saúde e médicos pediatras na rede pública de saúde municipal. Com base em reclamações de moradores de vários bairros feitas diretamente ao gabinete do vereador Eduardo Romero (PT do B), o parlamentar encaminhou o ofício questionando sobre a ciência do órgão público sobre a falta de pediatras nas unidades de saúde quais medidas estão sendo tomadas. ‘Pedimos que nos mandem a relação de médicos credenciados nas unidades de saúde e as devidas lotações’, frisa.
No documento enviado à Sesau foi solicitado sobre quantos pediatras estão disponíveis na rede pública municipal, em que unidades e horários estão atendendo e se este número é suficiente para atender a demanda.
O vereador também questiona se há previsão para concursos ou contratações emergenciais e quais critérios adotados. ‘No ofício também pedimos informações sobre os valores/repasses mensais de cada órgão federativo como Ministério da Saúde, Governo Estadual e Municipal para a saúde pública e se estes repasses estão sendo cumpridos’, diz Eduardo Romero.
O tema foi levado ao conhecimento de todos os vereadores e discutido durante a sessão desta terça-feira, 12. O vereador Drº Jamal (PR) destacou que o problema sobre a falta de pediatra é muito sério porque se paga pouco esta categoria, que de acordo com o vereador se paga menos de R$ 2 mil por 4 horas de atendimento por dia. ‘A criança não sabe falar então a consulta com pediatra é mais demorada, por isso este profissional precisa de mais atenção em nível nacional’.
O vereador Paulo Siufi (PMDB), que é presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara Municipal, destacou que mediante várias denuncias e reclamações em relação à Sesau medidas serão tomadas. ‘Saúde não se faz aleatoriamente. Iremos fazer devida cobrança do secretário de saúde’, prometeu.
Falta de agulhas
A vereadora Grazielle Machado (PR) destacou que em seu gabinete também é constante denúncias em relação à área da saúde na Capital. Ela pontuou sobre a falta de agulhas específicas para funcionar em veia de criança e também agulhas para vacinação. ‘Estão usando agulha de adulto em crianças’, denunciou.
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