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Campo-grandenses ocupam 90% dos leitos hospitalares da Capital

23 julho 2020 - 17h53Por Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
O desrespeito ao isolamento social, ao uso da máscara e o descuido com a higiene fizeram disparar os casos confirmados de Covid-19 em Campo Grande e há um grande risco de falta de leitos. Foram quase mil casos confirmados da doença na Capital em apenas um dia (22.7) e a ocupação de UTI oferecidos pelo SUS na macrorregião chegou a 94%.

Mas ao contrário do que muitos pensam, a maior parte dos pacientes internados na Capital não vêm de outros municípios. De cada 10 pacientes internados com a doença, 9 têm como domicílio Campo Grande.

Das 158 solicitações de internação por Covid-19 nos hospitais públicos de Campo Grande neste mês (de 1º a 22 de julho), 143 são da própria Capital - o que equivale a 90,5%. Apenas 15 pacientes são do interior, vindos de 11 municípios, todos da macrorregião da Capital.
A realidade na rede privada é a mesma. Das 110 internações no período em decorrência da doença, 100 são de campo-grandenses e apenas 10 de pacientes de outros municípios. Os dados são da Central de Regulação.

“Os dados comprovam a situação agravante em nossa Capital, que hoje ocupa o primeiro lugar no ranking estadual de casos confirmados e, infelizmente, de óbitos, evidenciando a necessidade de tomarmos medidas mais rígidas para o controle da doença em nossa cidade”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende.

A mesma proporção se repete no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, a principal unidade no atendimento a quem está com o novo coronavírus no Estado. No HRMS, 87 dos 96 leitos críticos estão ocupados e a maioria deles por moradores de Campo Grande. São 78 pacientes da Capital e apenas nove do interior.

Segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde, Campo Grande tem 7.680 casos confirmados de Covid-19, correspondendo a 39,04% do total contabilizado em todo Estado, e 81 mortes em decorrência da doença.

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