Nesta semana, representantes do GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito) se reuniram na Câmara Municipal para apresentar um balanço das ações do projeto Vida no Trânsito, desenvolvidas em 2011. No encontro, também foram definidas as metas para 2012. O projeto Vida no Trânsito busca reduzir os acidentes graves e fatais na Capital em 50% até 2020. A meta anual proposta é diminuir os acidentes em 6% para cada dez mil veículos.
Os dados coletados pelos órgãos de trânsito (Agetran, Ciptran, Detran) revelam que os principais fatores de risco dos acidentes são excesso de velocidade e condutor embriagado. De acordo com o levantamento, os motociclistas representam o grupo predominante de vítimas. Das 121 mortes no trânsito registradas na cidade neste ano, 77 foram de motociclistas, 18 de ciclistas e 15 de pedestres.
“Estamos realizando oficinas de sensibilização para motociclistas de empresas públicas e privadas. Também intensificamos as blitze para este grupo de condutores, nas quais averiguamos as condições da moto e a situação do motorista (se tem carteira de habilitação, se não está dirigindo embriagado)”, explica Ivanise Rotta, chefe da Divisão de Educação da Agetran.
Para diminuir os acidentes provocados por excesso de velocidade e álcool, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito está investindo na sinalização das vias públicas, com a implantação de radares e semáforos, e na fiscalização.
Campo Grande apresenta, ainda, índices expressivos de aumento da frota de veículos. O total de motos cresceu na cidade de 91 mil, no ano passado, para 122 mil em 2011. Já em relação aos carros, a Capital tem uma média de um veículo para cada dois habitantes, somando atualmente um total de 415 mil carros.
Ana Maria Assis/ Fonte: PMCG
Leia Também
Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Equipamentos e 522 viaturas:
Projeto de IA do Detran-MS