A Miss MS, Karen Recalde, concedeu uma entrevista para o MS Repórter contando como foi participar do Miss Brasil 2012.
MS Repórter - Karen, como foi estar em Fortaleza, para o concurso? Era o que você esperava?
Karen - Eu gostei bastante, aprendi muito com o concurso. Uma coisa importante que levarei comigo é que para se ter sucesso é fundamental um trabalho em equipe. Foi isso que eu vi com as misses e a equipe Band: que o trabalho não funcionaria legal sem essa parceria.
MS Repórter – Houve algo que você considerou que não foi bom ou em que se sentiu prejudicada?
Karen – Só foi ruim o modo como ficou estipulada o dia do evento em si, na qual houve apenas apresentação das 10 finalistas, sem dar às 17 candidatas restantes a oportunidade de desfilarem na passarela e levarem o nome de seus estados apresentando seu trabalho ao público. Não concordei com a forma em que o concurso foi mudado, na apresentação final. Em todos os concursos, as 27 desfilam, e depois as 15 finalistas para aí sim, chegarem às dez e as duas finalistas, até saber quem ganhou. Neste caso, houve apenas a apresentação das 10 direto, pulando etapas. Desse modo, eu e as demais 16 candidatas ficamos chateadas por não poder representar cada uma o seu estado da forma como era feita antes. Outra coisa que me informaram depois foi que em uma das etapas de escolha das candidatas, onde em uma Ong cinco jurados deveriam fazer perguntas a nós, um deles iria pergunta para a Miss MS e cometeu um engano ao me solicitar, chamando a Miss MT, o que me levou a não ter a oportunidade de responder e mostrar um pouco do que eu tinha como representante do nosso Estado.
MS Repórter – O que foi bom no concurso?
Karen – Durante os dias em que as misses ficaram em Fortaleza, participamos de muitas entrevistas e a mídia ajudou muito na divulgação das candidatas. Além de todo o conhecimento que eu vou levar para a minha carreira e para a vida, pela experiência de ter participado do Miss Brasil.
MS Repórter – Há um padrão para o Miss Brasil?
Karen – Sempre houve, e algumas candidatas torciam para que esse padrão mudasse. No entanto, ainda há o medo de mudar a cara da Miss Brasil quando se trata de levar a representante do país para o Miss Universo. Eu me considero a verdadeira representante do Miss Brasil, por ter essa mistura que está instrinseca, enraizada em nossa história como país. Eu estava torcendo, portanto para que houvesse esse entendimento das características do que seria uma verdadeira representante do nosso Brasil. Mas conhecendo o histórico do concurso nacional, sabia quando foram escolhidas as dez finalistas que o título seria da representante do Rio Grande do Sul, Gabriela Markus, tanto que eu cheguei a comentar com ela. E afinal, eu acho que ela mereceu mesmo, porque ela é realmente linda, por dentro e por fora.
MS Repórter – Quais seus próximos planos, a partir de agora?
Karen – Terminar o semestre da minha faculdade de Direito. Eu perdi muitas provas e agora é hora de retomar esse caminho. Mas eu também recebi, no campo da moda, propostas para São Paulo que vou avaliar, provavelmente. E eu agradeço muito ao apoio dos familiares, amigos e de todos que torceram por mim.
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