O governo boliviano afirmou que a Coca-Cola tem até 21 de dezembro deste ano para encerrar as operações no país, segundo informou a Agência Venezuelana de Noticias (AVN). A afirmação teria sido feita na televisão Telesur pelo ministro das relações exteriores, David Choquehuanca, que citou a data como o "fim do capitalismo" e o começo do "comunitarismo".
Além disso, o ministro teria relacionado o momento com o fim do calendário maia, com um "alinhamento de planetas" que não acontecia em 26 mil anos. O refrigerante mais consumido no mundo será substituído por um refresco de pêssego chamado de mocochinche.
A agência venezuelana informa ainda que o banimento da Coca-Cola tem relação também com motivos de saúde - o governo boliviano acredita que a bebida tem substâncias prejudiciais, que podem causar câncer.
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