De acordo com o novo plano para combater a poluição em Pequim, indústrias com grande consumo de energia, como de cimento e siderurgia, não serão, "em princípio", aprovadas pelo município.
"Manufaturas de mão-de-obra intensiva também não serão uma opção para o desenvolvimento da cidade", defende o plano, aprovado em 2013. Pequim é a sede de um município com cerca de 20 milhões de habitantes e área superior à metade da Bélgica.
No último ano, desde janeiro de 2013 - mês em que Pequim teve apenas cinco dias de sol - a poluição tornou-se uma das principais fontes de descontentamento popular na China, ao lado da corrupção e das desigualdades sociais.
Em avaliação sobre a qualidade ambiental em 40 cidades no mundo, feita pela Academia de Ciências Sociais de Xangai e divulgada hoje na imprensa oficial, Pequim ficou em penúltimo lugar e foi considerada "imprópria para viver".
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