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Internacional

Aliados dizem que Strauss-Kahn quer volta à política

2 julho 2011 - 15h33 Por Markito

Aliados do ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn afirmaram que ele poderá voltar à vida política da França agora que foi liberado da prisão domiciliar em Nova York.

Antes de ser acusado de tentativa de estupro e assédio sexual de uma camareira de hotel em Nova York, Strauss-Kahn era apontado como possível candidato à Presidência da França.

Na sexta-feira Strauss-Khan foi liberado de sua prisão domiciliar em Nova York sem o pagamento de fiança.

O ex-diretor-gerente do FMI compareceu a uma audiência do caso em um tribunal da cidade americana e foi solto "por sua própria intimação", o que significa que ele poderá simplesmente prometer que aparecerá diante da corte em seu processo. Strauss-Khan também receberá de volta os US$ 6 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) pagos de fiança anteriormente, que garantiram que ele pudesse permanecer em prisão domiciliar, e não na cadeia.

Ele agora está livre para viajar pelos Estados Unidos, mas o tribunal decidiu reter o passaporte de Strauss-Kahn o que o impede de sair do país.

O ex-diretor do FMI é acusado de molestar sexualmente uma camareira de hotel de Nova York, no dia 14 de maio. Ele responde a sete acusações, entre elas quatro crimes graves que incluem agressão sexual, abuso sexual e tentativa de estupro. Strauss-Kahn nega todas as acusações.

Camila Bertagnolli/Fonte: R7

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