A polícia de Nova York afirmou que tiros disparados por policiais podem ter ferido pedestres durante o tiroteio ocorrido na manhã desta sexta-feira (24) em frente ao Empire State Building, em Manhattan, que terminou com 2 mortos e 9 baleados.
Um ex-funcionário "descontente" matou um ex-colega de trabalho a tiros e foi morto por policiais, segundo as autoridades.
O incidente começou às 9h03 locais, 10h03 de Brasília, segundo a polícia, em uma calçada da Quinta Avenida com a Rua 34. Houve pânico na rua e confusão no trânsito.
Os feridos, nenhum deles em estado grave, são 7 homens e 2 mulheres, todos adultos jovens, segundo Raymond Kelly, chefe de polícia.
De acordo com a polícia, há outros feridos que teriam se machucado na confusão, tentando fugir do local.
Questão de trabalho
Policiais descartaram a possibilidade de terrorismo e afirmaram que o incidente foi causado aparentemente por uma rixa de trabalho.
O agressor foi identificado como Jeffrey Johnson, um homem de 56 anos, designer de acessórios femininos e morador da ilha de Manhattan, que havia sido demitido havia cerca de um ano da empresa Hazan Imports.
Aparentemente, ele não tinha antecedentes criminais, segundo a polícia. Também não há evidência de que ele tenha tido colaboração de outras pessoas no crime.
O morto era um ex-colega de trabalho dele, de 41 anos, que levou três tiros da pistola calibre 45 que Johnson portava. Ele morreu no local do tiroteio.
Após abrir fogo contra o colega, Johnson tentou atingir os policiais, e foi morto no confronto. Segundo a polícia, há imagens que registram esse momento.
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