O Fundo Monetário Internacional informou nesta sexta-feira (20) que vai aceitar candidaturas para o cargo de diretor-geral da instituição a partir de segunda-feira (23), após a saída de Dominique Strauss-Kahn, que foi acusado de crimes sexuais e pediu demissão do cargo nesta semana.
A decisão final sobre o nome do novo diretor deve ser tomada até 30 de junho, segundo informou a instituição financeira na noite desta sexta.
Shakour Shaalan, representante do conselho do FMI para o Egito e vizinhos do Oriente Médio, afirmou que o processo de seleção foi amplamente aceito pelos 24 membros do conselho, o que garante que a seleção será conduzida de maneira "aberta, baseada no mérito e transparente".
Ele acrescentou que os candidatos serão compilados em uma lista pequena e que o próximo diretor-gerente será escolhido por consenso.
Segundo a instituição, os países terão de segunda-feira até 10 de junho para indicarem seus candidatos.
O ex-diretor do FMI deixou também nesta sexta a prisão de Rikers Island após ser libertado sob fiança por ordem de um juiz, segundo informou um porta-voz penitenciário.
Strauss-Kahn "deixou a nossa custódia e (a prisão de) Rikers Island e está em mãos da companhia de segurança" encarregada de controlar sua prisão domiciliar, afirmou Stephen Morello, encarregado da prisão nova-iorquina.
Segundo a polícia, ele já chegou ao prédio onde vai ser alojado temporariamente, em uma pequena rua no sul de Manhattan. O local possui uma rede de câmeras privadas e da polícia. Os familiares e advogados dele devem seguir procurando um local mais permanente para que Strauss-Kahn aguarde pelo julgamento.
Ida Garcia/Fonte: G1
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