Nem a ameaça de chuva conseguiu desviar a atenção do público amante da dança neste terceiro dia do 9º Festival América do Sul. O que salta aos olhos é que a comunidade corumbaense consegue mostrar aos visitantes seu grande envolvimento com essa arte ao prestigiar as apresentações dos jovens talentos que defendem essa modalidade artística na cidade e demonstram muita energia no palco em retribuição a seu público cativo.
“Estamos muito felizes em participar deste festival internacional. Já é muito gratificante para nós nos apresentarmos na nossa cidade, mas é ainda mais interessante esse intercâmbio com a produção deste festival, pois proporciona aos adolescentes exercer o seu profissionalismo na arte”, afirmou a diretora do Moinho Cultural Sul Americano, Márcia Rolon.
Os jovens alunos da Oficina de Dança da Fundação de Cultura de Corumbá , exaltaram a diversidade em sua apresentação, inclusive na silueta dos bailarinos. O que se percebe é que esse projeto não promove diferenças e dá oportunidade aos adolescentes da comunidade local dar seus primeiros passos de dança rumo ao amor à arte e à cidadania. Inclusive os garotos bailarinos dão um brilho espacial na democracia da dança, sem preocupação com gênero e preconceitos. Estão de parabéns. Outro fato muito legal que valoriza a cultura regional: diversas coreografias foram montadas com músicas de compositores e intérpretes sul-mato-grossenses, entre eles Geraldo Espíndola, Maria Cláudia e Carlos Colman.
Não importa o estilo: dança clássica, moderna ou de rua. O que realmente importa é que esses jovens estão respirando arte, cultura e explorando seus talentos.
Helton Verão/Com informações do Governo do Estado
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