Foi assinado nesta sexta-feira (12), um convênio entre a Petrobras e a Missão Salesiana de Mato Grosso para realização do projeto “Gerando Futuro”, que atenderá jovens de baixa renda de Três Lagoas. Participou da cerimônia, a Ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e a Diretora de Gás & Energia da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster.
Esse projeto tem como objetivos preparar jovens em situação de risco social para a prova de seleção do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) – que formará profissionais para o empreendimento Unidade de Fertilizantes da Petrobras (UFN III) em Três Lagoas.
O projeto será iniciado em 19 de setembro deste ano no município de Três Lagoas (MS), local onde será implantada a UFN-III, atendendo até 480 jovens com idades entre 16 e 18 anos que estejam matriculados nas redes de educação pública municipal ou estadual ou que tenham concluído o 1º ou o 2º graus em escolas públicas.
O curso será ministrado no Centro Profissional Juvenil Jesus Adolescente, instituição gerida pela Missão Salesiana de Mato Grosso e considerada referência na formação profissional para jovens de baixa renda. Serão oferecidas aulas de português, matemática, raciocínio lógico, informática e tópicos especiais relacionados às áreas de gás natural e fertilizantes, além de conteúdos relacionados à sustentabilidade, cidadania e aos direitos humanos, totalizando 873 horas/aula em um período de nove meses.
Para ensino dos tópicos relacionados a gás natural e fertilizantes serão utilizados laboratórios para aulas práticas.
O projeto Gerando Futuro está alinhado com o “Plano Brasil sem Miséria”, liderado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que agrega diversas iniciativas sociais, entre elas a inclusão produtiva que busca promover a inclusão social por meio da qualificação profissional com geração de emprego e renda para a população mais pobre.
A Fábrica de Fertilizantes da Petrobras em Três Lagoas é um empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, e entrará em operação em setembro de 2014 com capacidade para produzir 1,2 milhão de toneladas de ureia e 761.000 toneladas de amônia por ano, sendo que, desta última, 680 mil toneladas serão utilizadas no processo produtivo de ureia e 81.000 toneladas serão comercializadas. No pico de sua construção serão gerados cerca de 5 mil postos de trabalho diretos.
Karla Lyara/Com informações da assessoria
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