Durante a manhã desta quinta-feira (27), trabalhadores em educação de todo Estado se reuniram no auditório das Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul). A Lei do Piso Salarial Nacional e reajuste da CNTE foram alguns dos assuntos pautados pela assembleia.
De acordo com o presidente da Federação,Roberto Botareli, em Mato Grosso do Sul a Greve Nacional da Educação, puxada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), começa no dia 17 de março com um Seminário do FUNDEB para os conselheiros debaterem as questões do Fundo. Já no dia 17 e 18 de março haverá atividades nos municípios como Audiências Públicas e mobilizações de rua, principalmente nas cidades onde não é cumprida a Lei do Piso Salarial Nacional. As redes públicas de MS paralisaram suas atividades e 80 delegados/as irão para Brasília participar das atividades puxadas pela CNTE, no dia 19 de março.
A Fetems irá entrar com três ações judiciais, exclusivas para filiados, cobrando a diferença de 1/3 de hora-atividade do planejamento de aulas, referentes aos anos 2011 e 2012, cobrando 15 dias de abono de férias do professor, pois os professores possuem direito a 45 dias e só recebem 30 e também irá cobrar as férias do professor convocado, que só recebe abono e não recebe as férias que possui direito.
No final da Assembleia Geral o secretário de finanças, Jaime Teixeira e o delegado de base da Fetems na CNTE, Marcos Paz, expuseram questões referentes a Lei do Piso Nacional e o plano de lutas da Confederação. Entre os pontos a importância de reforçar a proposta da categoria de reajuste do piso nacional pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 50% do consolidado do FUNDEB.
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Foto: Divulgação/ Fetems