Problemas financeiros e a falta de comando da Federação Sul-Matogrossense poderão provocar o fim do time, que completará 74 anos de fundação em agosto. É um dos poucos clubes no país que foram campeões por dois Estados – Mato Grosso (4) e Mato Grosso do Sul (10).
Denunciado por irregularidades, sem diretoria, funcionários, troféus e jogador de fora. A decadência do Operário começou em 1987, com a criação do Clube dos 13. Desde então, o time foi “esquecido” e passou a acumular dívidas trabalhistas pelo dinheiro que não vinha da entidade que tinha o controle do futebol brasileiro.
O presidente do clube, Antônio Vieira, confirmou que haverá uma reunião com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em outubro, para avaliar a situação do clube e possivelmente confirmar sua extinção. Estão sendo cobradas dívidas de anos atrás, e optou por comprovar em vídeos o que está sendo feito. Ele acrescenta que de 2001- 2007 o clube estava sem presidente. E não poupou críticas ao atual presidente da Federação Sul-Matogrossense de Futebol, Francisco Cezário de Oliveira.
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