A sexta-feira continua com umidade relativa do ar inferior a 30%, considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como estado de atenção. Com a falta de chuvas e o tempo seco, os poluentes não se dispersam e propiciam o surgimento ou agravamento das doenças respiratórias.
Crianças e idosos geralmente são os mais atingidos com a falta de umidade. Geraldina Barbosa, 68 anos, moradora do bairro Santa Emília na Capital, conta que mora em uma rua sem asfalto, por isso a sensação de “secura” aumenta. “Preciso usar inalador toda noite. Sempre tem bacia com água no quarto e mesmo assim preciso tomar remédio para bronquite, que ataca nessa época do ano”.
Para a preocupação de dona Geraldina, a meteorologia não prevê chuva para os próximos dias na Capital. A sexta-feira deve ser de céu parcialmente nublado a claro com predomínio de sol constante. Em todo Estado o predomínio é de nevoa seca, principalmente depois das 9h da manhã. Cidades como Corumbá, Miranda, Campo Grande, Dourados, Coxim e Cassilândia terão altas temperaturas e umidade muito baixa.
Conforme o site Clima Tempo, nessa sexta-feira a temperatura mínima na Capital será de 21 graus, e a máxima de 32 graus.
Queimadas
Outro agravante nesta época do ano são as queimadas, que aumentam consideravelmente, segundo o Corpo de Bombeiros. Com a proibição das queimadas no Pantanal a Embrapa faz monitoramentos devido o aumento de focos de calor por conta da estiagem. As queimadas controladas estão proibidas desde o início deste mês até Setembro. A resolução prevê multa e prisão por crime ambiental para quem descumprir a lei.
Ceyd Moreles
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