
Quase 11 mil processos deverão ser revisados em um mês pelo mutirão carcerário que teve início ontem na Capital. Até o dia 27 de maio, os integrantes do Poder Judiciário também farão visitas às 108 unidades prisionais no Estado, incluindo delegacias. A primeira aconteceu hoje na Penitenciária Federal.
A solenidade que marcou o início dos trabalhos foi realizada no auditório do Fórum Eleitoral, com a presença do juiz Albino Coimbra Neto, titular da 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, Márcio André Keppler Fraga, juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e integrante do Departamento de Fiscalização do Sistema Carcerário do CNJ, o juiz Carlos Ritzmann e Elizandro Bianchini - ambos do CNJ, além do conselheiro Walter Nunes, do Des. Luiz Carlos Santini, presidente do TJMS, e dos juízes designados para atuar no mutirão.
O conselheiro Walter Nunes destacou que "o objetivo é aprimorar o sistema prisional, recuperar o preso e devolve-lo para a sociedade" e que a grande dificuldade é a super lotação. "Hoje a maioria dos presos conseguem liderar o crime dentro da prisão. O objetivo do mutirão não é soltar o preso, mas sim, melhorar o sistema" completa Walter.
A meta do mutirão é analisar 10.899 processos de pessoas condenadas e presas preventivamente.
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