O governador André Puccinelli e o prefeito de Cassilândia, Carlos Augusto da Silva, assinaram hoje de manhã (19) o termo de convênio que vai possibilitar a obra de recapeamento da pista do Aeródromo Municipal, localizado na BR-158, na saída para Paranaíba. Os investimentos somam mais de R$ 219 mil de recursos do governo do Estado. O prazo de execução da obra é de cerca de três meses.
Conforme o prefeito Carlos Augusto da Silva, a obra chega em um bom momento do município com a instalação de diversas empresas. “Cassilândia quer se desenvolver e esse recapeamento vem somar com o ideal de prosperidade. Hoje nós temos apenas o aeródromo e a rodovia para atrair investidores, não contamos com hidrovia. Esses empresários têm muito o que contribuir com a cidade”, afirmou.
De acordo com a secretaria de obras do município, a pista do aeródromo conta com 1.200 metros de extensão. “Com a vinda das empresas estamos sentindo a necessidade de melhorar nosso aeródromo, que futuramente terá muito movimento de aviões que por enquanto são de pequeno porte. Hoje o fluxo ainda é pequeno, mas vai aumentar”, comentou o secretário da pasta, Marcos Perpétuo Leite da Costa.
Incentivos
Durante a visita que fez ao município, o governador participou de uma reunião com um grupo de empresários paulistas do ramo de móveis e também de plantio de seringueiras interessados em instalar unidades na região de Cassilândia. Nas reuniões foram discutidos futuros incentivos fiscais para a vinda das fábricas.
A RV Móveis possui uma sede na cidade de Mirassol, no Estado de São Paulo. Em Cassilândia, a indústria de móveis de pequeno porte deverá processar, quase exclusivamente, madeira de pinus. A empresa pretende investir aproximadamente R$ 2,5 milhões e prevê um faturamento mensal em torno de R$ 400 mil na produção de cadeiras, mesas e armários entre outros móveis residenciais.
Outra empresa que quer se instalar em Cassilândia é a Cautex, especializada em implantação e gestão de seringais. A unidade sede é em Macaubal, na região de Ribeirão Preto (SP), e o grupo tem filial em Paranaíba (MS). Atua nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Até o ano de 2011, a empresa já plantou mais de nove mil hectares de seringueiras, somando mais de quatro milhões de árvores.
O objetivo do grupo é fazer toda a cadeia da borracha na região com a construção de um viveiro, vila para funcionários e uma usina de beneficiamento. Duas empresas especializadas em luva cirúrgica e preservativos estão interessadas na matéria prima.
Karla Lyara/Fonte:Governo do Estado
Leia Também
Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Equipamentos e 522 viaturas:
Projeto de IA do Detran-MS