A Polícia Civil instaurou inquérito nesta segunda-feira (27) para investigar as causas do acidente com o monomotor que caiu no sábado (25), na fazenda Serena, zona rural de Água Clara. No acidente morreram o empresário Orestes Prata Tibery Junior , a mulher dele, Elen Martins Prata Tibery e o piloto do avião, Teodoro Janjan. Orestino representava a liderança do segmento rural no País, foi presidente da ABCZ e atuava como conselheiro da entidade.
Segundo Nelson Burgel, proprietário da oficina de manutenção de aeronaves do aeroporto de Três Lagoas, o avião monomotor PT-OKZ, modelo Cessna 2010-N, decolou por volta das 6h30 com destino a fazenda Bela Vista de propriedade do pecuarista no município de Água Clara.
O avião PT- OKZ – Avião Cessna 210, com capacidade para seis pessoas, que explodiu ao cair. A aeronave havia passado por revisão a cerca de dez dias, segundo a sobrinha dele, Márcia Moura, prefeita de Três Lagoas (MS).
O delegado responsável pelas investigações, Nilson Martins, acompanhou uma equipe de peritos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) da Aeronáutica que esteve no local do acidente no domingo (26). Os peritos devem elaborar um relatório preliminar em 20 dias, apontando as circunstâncias do acidente. Nesta semana serão ouvidas testemunhas.
A primeira perícia foi realizada pela Polícia Civil de Três Lagoas, no dia do acidente, para que os corpos fossem liberados. A perícia da Aeronáutica faz parte de uma investigação paralela. Nesta perícia foi constatado que o avião se arrastou por 60 metros depois de se chocar e que não houve explosão ou incêndio. Partes do avião foram encontradas em um raio de 100 metros.
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Foto: Rádio Caçula