Polícia Militar Ambiental (PMA) começou na quinta-feira (10), e encerrou nessa segunda-feira (14), às 8h, a “Operação Padroeira do Brasil”, que contou com efetivo de 345 homens.
Com o feriado prolongado, a fiscalização, que já estava sendo efetuada com bastante intensidade, inclusive, com vários pescadores presos, foi dobrada, no intuito de prevenir a pesca predatória.
De acordo com a PMA a operação foi dentro do esperado, com destaque para as autuações por pesca ilegal.
No geral foram 25 autos de infrações, contra 31 da operação passada, com multas totais de R$ 78.800,00, quase o dobro da operação passada que foi de R$ 40.600,00.
Segundo o Major Ednilson Queiroz, do 15° Batalhão da PMA, nesta operação foram presas sete pessoas por pesca predatória, contra 19 da operação passada. Porém, foram 12 autuados por falta de licença de pesca e somente 7 pelo mesmo motivo na operação anterior.
“De qualquer forma, a pesca ilegal foi o grande problema encontrado nesta operação, visto que das 25 autuações, 19 foram por este motivo”.
“Com relação ao tráfico de papagaio, que foi prioridade, a prevenção, por meio dos trabalhos nas propriedades rurais evitaram este tipo de crime e não houve apreensões por parte de nenhuma força de segurança, indicando que realmente não saíram aves do nosso Estado e que a prevenção funcionou, e ainda assim os trabalhos na região problemática continuarão intensificados,” afirmou o Major Queiroz.
Foram apreendidos 131 kg de pescado, contra 312 kg da operação anterior. Com relação aos petrechos proibidos de pesca apreendidos, todos foram apreendidos em quantidade inferior à operação anterior.
Das 25 autuações, 19 foram por pesca ilegal, três por desmatamento e exploração de madeira, uma por exploração de carvão nativo e lenha e duas por transporte ilegal de produtos perigosos.
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