A estratégia tem sido a seguinte: Na calha do rio Paraguai, o Comando da PMA reforça o policiamento nos municípios de Corumbá e Porto Murtinho, cujas áreas envolvem a calha do referido rio. A lancha de grande porte, adquirida em parceria com o Ministério da Pesca (foto anexa), que já trabalha como posto itinerante nesta piracema, reforçará ainda mais os trabalhos na calha do rio Paraguai, especialmente na fronteira com o Paraguai e Bolívia. Será também fiscalizada a região de divisa com o Mato Grosso, inclusive, a área do entorno do Parque Nacional do Pantanal.
Equipes da sede (Campo Grande) serão deslocadas para o reforço da fiscalização na calha do rio Paraguai. A fiscalização reforçada é com o objetivo de evitar que os pescadores que praticarão a modalidade permitida (pesque-solte) matem o peixe, pois, caso isto ocorra a pessoa será presa por pesca predatória. Equipes da PMA de Corumbá também estarão na região do Porto Geral, de onde sairão as embarcações pesqueiras com os turistas, para trabalho de orientação.
A exceção do pesque e solte na calha do rio Paraguai, a PMA informa que a única pesca permitida neste período na bacia do Rio Paraguai e nos rios de domínio do Estado de Mato Grosso do Sul na Bacia do Paraná, é a pesca de subsistência. Subsistência é manutenção da vida. Então, quem pode pescar é o ribeirinho que precisa da proteína do peixe para manutenção de sua vida. Ele pode capturar 3 kg, ou um exemplar, respeitando as medidas permitidas, porém, não pode comercializar em hipótese alguma. Portanto, a população das cidades lindeiras, bem como pessoas que vão passar o final de semana em ranchos às margens dos rios, não podem pescar de forma alguma.
Não adianta afirmar que está pescando de varinha na margem do rio. Esta modalidade também é proibida.
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