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Imasul pede auxílio do governo federal para coibir caça ilegal em MS

10 maio 2011 - 20h44

O diretor presidente do Instituto de Meio Ambiente Pantanal de Mato Grosso do Sul (Imasul), Roberto Gonçalves, em entrevista nesta terça-feira (10),  de manhã  ao programa da Globonews, disse que o governo federal precisa ter maior participação do  para coibir a caça ilegal de animais silvestres.


A discussão em torno do assunto é por causa do flagrante de matança em uma fazenda do Pantanal, na semana passada. A agricultora, dona da propriedade, foi multada em R$ 105 mil pela irregularidade.


Hoje (10), em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, Lourenço explicou que as investigações foram iniciadas com denúncias de caça ilegal em Sinop, MT, culminando com as operações Jaguar I e Jaguar II. Para o Ibama, o mesmo esquema descoberto no Pantanal de Mato Grosso do Sul era vendido, também, em Mato Grosso.


As investigações apontaram, ainda, similaridade entre as duas operações (Jaguar I e Jaguar II). Além do Tonho da Onça, indiciado pela PF como matador de onça, ser figura comum nas duas operações, o superintendente destacou, ainda, a presença de turistas russos e de cães utilizados pelos caçadores. Animais apreendidos na primeira operação são vistos no vídeo apreendido na semana passada.


Para o Ibama não há mais dúvidas sobre a ação de quadrilhas que vendiam o safári no Pantanal. O vídeo descoberto para “vender” o pacote ilegal em inglês e a constatação da presença de “turistas caçadores” nas duas operações, de acordo com Lourenço, comprovam essa tese.


Em relação à época da produção do vídeo utilizado para divulgação do turismo ilegal, o superintendente do Ibama estima em menos de dois anos. A conclusão do laudo pericial da Embrapa Pantanal feito nos dois crânios de onça apreendidos na fazenda também indica que as mortes dos animais ocorreram recentemente. Os técnicos encontraram resíduo de tecido nos crânios.


 


Ida Garcia/Fonte: G1

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