Nesta quarta-feira (3) completa um mês que o jovem Dhionatam Celestrino, 20 anos, nacionalmente conhecido como “Maníaco da Cruz”, desapareceu. Na madrugada do dia 3 de março, ele estourou uma das grades da cela do alojamento 11, onde estava detido na Unidade Educacional de Internação (Unei) Mitaí, em Ponta Porã. Desde então não foi mais visto.
De acordo com o delegado Regional da Grande Dourados, Antonio Carlos Videira, há mais de dez que não há denúncias sobre o suposto paradeiro do assassino. “Quando ele fugiu, recebemos mais de 20 ligações em cerca de 15 dias, mas faz tempo que não recebemos novas informações”, explicou o delegado.
Autoridades de todo Mato Grosso do Sul se mobilizaram em busca do rapaz, mas nenhum registro de que ele esteja no Estado foi encontrado até o momento. “Na Grande Dourados, investigamos todas as denúncias que chegaram a nós, mas a maioria eram falsas. Não dá garantir que ele não esteja por aqui, entretanto, posso afirmar que ao menos por enquanto, não há pista sobre seu paradeiro”, disse Carlinhos, como é conhecido.
Em 2008, quando tinha apenas 16 anos, o “Maníaco” assassinou três pessoas em Rio Brilhante, deixando os corpos em formato da “Cruz Ansata”, símbolo que representa vida longa, utilizado em cultos de vampirismo e bruxaria, os quais o homicida era adepto. Vários boatos surgiram após a fuga, afirmando inclusive que ele teria sido morto, mas os dados eram infundados. A única certeza é que ele está desaparecido e as buscam continuam.
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