O empresário Rafael ‘Pardal’, que promove eventos na casa de shows Jangoo Pub, informou nesta segunda-feira (15) ao Douranews que o crime que resultou na morte da funcionária pública paulista Cleide Alves Lima, 41 anos, ocorrido na noite de sábado (13), não aconteceu em frente do estabelecimento.
“O carro da mulher estava estacionado na rua João Vicente Ferreira, a rua de cima da boate e foi lá, quando foi verificar porque as irmãs estavam demorando para retornar que ela foi atingida pelos ladrões”, disse o empresário.
Cleide havia ido na danceteria em companhia das duas irmãs e do filho, Cláudio, e acabou morta, executada a tiros por dois homens, que provavelmente planejavam roubar o carro da vítima.
Rafael disse, ainda, que câmeras de segurança em frente do prédio não conseguiram captar a movimentação, porque os fatos se desenrolaram na outra rua, segundo ele.
O crime
Cleide foi até a boate Jangoo na companhia das irmãs e do filho e ao perceber que as duas estavam demorando, depois de ter ido apanhar os documentos no carro Sandero, de São Paulo, constatou que havia dois homens no interior do veículo.
A mulher ainda tentou se afastas, ao notar que havia perigo, segundo relataram algumas pessoas no loca, porém um dos bandidos deu um tiro no rosto da vítima. Ela caiu, o homem desceu do carro e desferiu mais tiros, nas costas e na perna direta. De acordo com reportagem da rádio FM94, a mulher morreu ao dar entrada no setor de emergência do HV (Hospital da Vida).
O carro Sandero foi recolhido ao pátio da 1ª. DP (Delegacia de Polícia) de Dourados, onde foi periciado. A Polícia afirma que já tem pistas de possíveis envolvidos nesse homicídio.
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Carro da Funcionária Pública (Foto: 94 FM)