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Polícia

Sinpol lamenta morte de policial e cobra investimentos para polícia

13 fevereiro 2014 - 13h44 Por Mayara Medeiros / Fonte: Assessoria

A morte do investigador Marcílio de Souza, assassinado com tiro de escopeta no final da tarde de ontem, em Paranhos, preocupa o Sinpol/MS (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul). Este foi o segundo atentado contra policiais registrados nos últimos dias no Estado. Em 29 de janeiro, Dirceu Rodrigues dos Santos morreu enquanto investigava um caso no bairro Campo Nobre, em Campo Grande.

De acordo com o vice-presidente do Sinpol/MS, Roberto Simião de Souza, a falta de investimento por parte do Governo nas forças de segurança, deixa os policiais cada vez mais expostos. “Nossos homens estão morrendo por falta de um suporte adequado à polícia. Onde Marcílio atuava é uma região de fronteira e perigosa. Ele e mais duas pessoas apenas realizavam todo o trabalho de investigação naquele local, por isso, era um alvo fácil. Este cenário tem que mudar”, disse.

Simião explicou que a partir de hoje (13), o Sinpol/MS inicia uma campanha que visa alertar às autoridades sobre as condições ruins de trabalho enfrentadas pelos policiais civis.

Morte

De Amambai, Marcílio de Souza trabalhava em Paranhos, fronteira com o Paraguai, e na tarde de ontem (12) teria ido ao país vizinho para passar informações às autoridades sobre o furto de uma máquina agrícola. Na ocasião, ele teria parado em uma lanchonete, quando foi atingido na nuca por um disparo de escopeta efetuado por uma pessoa ainda não identificada. O caso está sendo investigado.

 

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