Aconteceu ontem (30), o 1º Seminario do Agronegocio de Rio Verde de Mato Grosso, no Balneario 7 quedas do Didi, numa parceria do Sindicato Rural de Rio Verde, Famasul, Senar, Funar e Aprosoja.
A solenidade de abertura contou com a participação da Secretaria de Estado de Mato Grosso do Sul, do Prefeito, do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), do presidente do Sicredi São Gabriel d’oeste, entre outras autoristas agropecuárias.
Com a finalidade de apresentar aos agricultores da região novas possibilidades de lucro sustentável o evento teve varias palestras apresentando o atual cenário da agropecuária sul-mato-grossense.
“Temos que valorizarmos a pecuária, principal atividade rural de Rio Verde de MT, reunindo nossos produtores e representantes do setor para apresentarmos novas formas de rentabilidade”, enfatizou o presidente do Sindicato Rural, Niuto Pereira de Souza, que na abertura enfatizou e agradeceu a presença da família Landfeldt através do Dr Alcides. “Fiz questão de convidar o Dr. Alcides pois ele representa o incio da agricultura em Rio Verde já que nos anos 70 a família foi pioneira plantando a 1ª lavoura de Soja em nosso municipio” disse o Presidente Niuto.
O Prefeito lembrou a Secretaria Tereza Cristina que nosso município por ser um dos maiores do estado em extensão territorial, sofre com a pouca arrecadação pois em sua malha viária tem mais de 100 pontes que precisam de manutenção constantemente, pontes estas que beneficiam diretamente nossos produtores rurais para o escoamento de sua produçao.
Após a abertura foi proferida a palestra com a Secretaria de Estado de Produçao/MS Tereza Cristina agradecendo o convite dizendo que o governo do estado esta olhando com atenção especial a região norte, dando suporte e investindo na malha viária, para que o produtor rural possa escoar sua produção e enfatizou que a competitividade da pecuária passa pela integração com a lavoura. “Não dá mais para ter meia vaca ou um boi por hectare”, reforçou. A secretária enfatizou ainda a atuação da Famasul como a “batalhadora de uma guerra difícil, uma luta inglória pra quem está de fora”, referindo à busca do desenvolvimento das cadeias produtivas e a atuação nos litígio de terras.
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