“Mato Grosso do Sul vai intensificar a partir deste mês as ações de controle da Helicoverpa . A primeira iniciativa será um monitoramento maior das lavouras”, a informação foi divulgada na quarta-feira (5) pelo presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja/MS), Maurício Saito.
Segundo Saito, além do monitoramento das lavouras, que será feito por técnicos da Federação de Agricultura e Pecuária (Famasul), da própria Aprosoja/MS e de instituições de pesquisa como a Fundação MS, Fundação Chapadão e as Embrapas, o plano estadual de manejo da praga prevê ainda a realização de pesquisas sobre a lagarta, com a criação do inseto em laboratórios.
“Queremos aprofundar o conhecimento sobre o inseto para desenvolver novas técnicas de controle”, explicou.
Outra ação prevista é a da elaboração de um diagnóstico preciso, com base nos dados de monitoramento, da infestação do inseto em diferentes áreas do Estado e por fim a realização de um workshop para disseminar as informações coletadas no trabalho a campo e nas pesquisas nos laboratórios sobre a lagarta.
Para realizar esse trabalho, o presidente da Aprosoja/MS comenta que o Estado dispõe inicialmente de aproximadamente R$ 390 mil.
Desse total, conforme havia antecipado a secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, no início de janeiro, R$ 300 mil vem do Fundo de Desenvolvimento das Culturas de Milho e da Soja de Mato Grosso do Sul (Fundems) e outros R$ 90 mil de convênio entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal.
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