A vacinação contra a febre aftosa já começou nas fazendas de Mato Grosso do Sul que ficam na fronteira com o Paraguai.
Agora, o Paraguai tenta recuperar o status de área livre de aftosa com vacinação. O país tem hoje 13 milhões de cabeças de gado e nesta etapa da campanha, apenas os animais com até dois anos de idade serão imunizados, o que representa 30% de todo o rebanho.
Em Mato Grosso do Sul, a vacinação contra a febre aftosa também já começou. Por enquanto, a imunização abrange apenas as fazendas que ficam em uma faixa de 15 quilômetros da fronteira com a Bolívia e o Paraguai.Nesta primeira etapa, as doses devem ser aplicadas em animais de todas as idades e tudo é acompanhado pelos técnicos da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).
Há seis anos, todas as fazendas na região de fronteira tiveram de aumentar o controle do rebanho, por conta de registros de febre aftosa no país vizinho. O monitoramento é feito com um brinco, colocado na orelha dos animais. Agora, o sistema ganhou mais tecnologia, os brincos antigos estão sendo substituídos por outros com um sistema de identificação eletrônica, capaz de armazenar dados como, raça, idade, cor e ainda se o animal foi ou não vacinado.
A identificação eletrônica deve ser feita em propriedades rurais de 13 municípios que ficam na região de fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia e o Paraguai. Essa é uma das medidas adotadas para garantir a sanidade e a excelência da pecuária no estado.
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Foto: Divulgação