Depois de virar foco de um dos maiores escândalos do ano, o que descobriu esquema de corrupção implicando os chefes dos hospitais que lidam com pacientes com câncer, em Campo Grande, o setor vai receber investimentos federais. A ideia é dobrar o número de atendimentos nos hospitais credenciados a tratar de pacientes doentes com câncer.
O governo de Mato Grosso do Sul pretende ampliar a abrangência dos serviços de radioterapia para todas as regiões de Mato Grosso do Sul.
Em resolução publicada ontem no Diário Oficial, a Comissão Intergestores Bipartite aprovou a adesão de mais dois hospitais ao Plano de Expansão da Radioterapia do Sistema Único de Saúde (SUS).
O Hospital do Câncer Dr. Alfredo Abrão, em Campo Grande, onde a ex-diretoria foi destituiída por suspeita de fraudes, está apto para ter o serviço ampliado e o Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Três Lagoas, contará com o setor assim que o Ministério da Saúde liberar o acelerador linear.
O plano foi criado em maio do ano passado, com objetivo de ampliar e qualificar os hospitais habilitados a prestar assistência aos pacientes com câncer. Estão autorizados a receber as intervenções do governo federal, os hospitais, Evangélico, em Dourados, Universitário e Hospital Regional, em Campo Grande.
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