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Saúde

Dourados registra 18 notificações de casos de coqueluche

10 junho 2014 - 14h30 Por Mariana Rodrigues/Informações Dourados Agora

 A Secretaria de Saúde de Dourados faz alerta para que a população adote práticas de prevenção contra a coqueluche. Somente nos primeiros cinco meses deste ano, a Vigilância Epidemiológica registrou 18 notificações de casos de coqueluche em moradores de Dourados, sendo que seis foram confirmados. A faixa etária mais acometida é até os seis meses de vida.

A doença é infecciosa, transmissível e compromete o aparelho respiratório. Em crianças de até dois anos de idade, se não tratada de forma adequada pode resultar em número elevado de complicações e até à morte.

A transmissão acontece através do contato direto do doente com pessoa suscetível, por meio de gotículas que a pessoa com a doença elimina ao tossir, falar ou respirar. É raro, mas a transmissão também pode ocorrer por objetos contaminados pelo doente.

A principal medida de prevenção contra a coqueluche é a vacinação. As doses da vacina pentavalente (que oferece proteção contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B) são aplicadas de forma rotineira nas Unidades de Saúde, já que estão no Calendário Básico de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

A vacina deve ser tomada por crianças a partir de dois meses de vida, em esquema de três doses, com intervalo de 60 dias entre as doses. Aqueles que tiverem dúvidas sobre o calendário devem procurar a unidade de saúde mais próxima de casa para se informar.

Além de manter a vacinação das crianças em dia, é possível adotar outras estratégias para evitar a doença. Entre estas estão não expor crianças, principalmente recém-nascidos, a locais fechados e sem ventilação; evitar tossir ou expor a criança próxima a pessoas com sintomas de tosse, principalmente se for menor de 6 meses, pois nessa idade a criança ainda não tomou a terceira dose da vacina que a protege da coqueluche.

Também é importante sempre ter o cuidado de lavar as mãos ou usar álcool 70%, mantendo a higienização; procurar o serviço de saúde sempre em caso de febre, coriza, tosse persistente e que não melhora, mesmo após tratamento. Nesse caso o médico deverá valiar o diagnóstico e o tratamento.

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